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domingo, 13 de novembro de 2016

Rompendo os limites do Eu

Sigmund Freud
"O bebê lactante ainda não separa seu Eu de um mundo exterior, como fonte das sensações que lhe sobrevêm. Aprende a fazê-lo aos poucos, em resposta a estímulos diversos. Deve impressioná-lo muito que várias das fontes de excitação, em que depois reconhecerá órgãos de seu corpo, possam enviar-lhe sensações a qualquer momento, enquanto outras - entre elas a mais desejada, o peito materno - furtam-se temporariamente a ele, e são trazidas apenas por um grito requisitando ajuda. É assim que ao Eu se contrapõe inicialmente um 'objeto', como algo que se acha 'fora' e somente através de uma ação particular é obrigado a aparecer" (Sigmund Freud, O mal-estar na civilização).

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