sexta-feira, 9 de março de 2018

A fronteira como um fenômeno de classe

Zygmunt Bauman
"... a 'realidade das fronteiras' foi como regra, no geral, um fenômeno estratificado de classe: no passado como hoje, as elites dos ricos e poderosos eram sempre de inclinação mais cosmopolita que o resto da população das terras que habitavam; em todas as épocas elas tenderam a criar uma cultura própria que desprezava as mesmas fronteiras que confinavam as classes inferiores; tinham mais em comum com as elites além-fronteiras do que com o resto da população do seu território" (Zygmunt Bauman, Globalização: as consequências humanas).

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