segunda-feira, 31 de julho de 2017

A falsidade dos juízos de valor sobre a vida

Friedrich Nietzsche
"Juízos, juízos de valor sobre a vida, a favor ou contra, não podem, afinal, jamais ser verdadeiros: apenas possuem valor como sintomas, apenas como tal entram em consideração - em si tais juízos são bobagens (...) o valor da vida não pode ser apreciado. Não por um vivente, porque ele é parte envolvida, inclusive objeto de disputa, e não juiz" (Friedrich Nietzsche, Crepúsculo dos ídolos).

2 comentários:

  1. Não li, mas gostaria. Difícil tecer considerações sobre assuntos dos quais somos parte interessada. Se o assunto não pode ser apreciado por um vivente... Acho que coisas desse tipo justificam (para os crentes) a existência de "Deus".

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. O livro é realmente muito bom, Juvenal.
      Neste ponto específico o autor faz uma crítica aos sábios, como Sócrates, por exemplo, que fazem juízos de valor negativos sobre a vida, a partir de suas próprias vidas miseráveis (rs).

      Excluir