segunda-feira, 7 de novembro de 2016

O Estado mínimo: mas só para os pobres

Zygmunt Bauman
"O Estado assistencial para os ricos (que, ao contrário de seu homônimo para os pobres, jamais teve sua racionalidade questionada e, ainda mais, nunca sofreu tentativas de desmantelamento) voltou aos salões [crise americana de 2008], deixando as dependências de serviço a que seus escritórios estiveram temporariamente relegados, para evitar comparações desagradáveis" (Zygmunt Bauman, Capitalismo parasitário).

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