sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Razão e insanidade

G. K. Chesterton
"A imaginação não gera a insanidade. O que gera a insanidade é exatamente a razão."

"A poesia mantém a sanidade porque flutua facilmente num mar infinito; a razão procura atravessar o mar infinito, e assim torná-lo finito. O resultado é a exaustão mental (...)."

"O poeta apenas deseja a exaltação e a expansão, um mundo em que ele possa se expandir. O poeta apenas pede para pôr a cabeça nos céus. O lógico é que procura pôr os céus dentro de sua cabeça. E é a cabeça que se estilhaça" (G. K. Chesterton, Ortodoxia).


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